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Viagem – evento integrado no I Congresso da Cidadania Lusófona

VIAGEM  foi o móbil para  a apresentação da comunicação universal da linguagem artística.  Não foi uma viagem de partida e de saudade…mas uma viagem de regresso pelo Mar e pela Língua que nos une e que nos traz um património em viagem, novo e do encontro com o Outro.

A organização do evento esteve a cargo da SPHAERA MUNDI, foi apresentado na emblemática Sala Portugal, na Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 2 de Abril de 2013, pelas 21,30.

Através da dança, música, poesia estiveram representados todos os países de língua portuguesa:

Música:

Cristina Nóbrega (Portugal)

Celina Pereira (Cabo Verde)

Guto Pires, Galissá (Guiné)

José Afonso, pianista (Cabo Verde)

Rui Filipe Reis (Piano), Cindy Gonçalves (Violino), Sandra Martins (Violoncelo) (Portugal)

Coral de Mantargil (Portugal)

Dança:

Amálgama, Companhia de Dança (Portugal)

Bei-gua, Grupo de dança de Timor Leste

Poesia

Angola: Francisco Queiroz, Chá de Caxinde

Brasil: Lauro Moreira, ex-Embaixador do Brasil junto da CPLP

Moçambique: Delmar Gonçalves, presidente do Ciclo de Escritores Moçambicanos

S. Tomé e Príncipe: Mário Ceita, membro do União dos Escritores e Artistas Santomenses

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Organização e Direcção: SPHAERA MUNDI (Luisa Janeirinho e Isabel Mesquitela)

Direcção Técnica: Rui Filipe Reis

Imagens: Alberto Araújo

Som: André Reis

 

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Cidades Mundo – III Bienal da Lusofonia

III Bienal da Lusofonia PDF Versão para impressão

Cidade-mundo: o desafio da transculturalidade.

Tertúlia/debate: 26 de Maio de 2011 pelas 19,30h

Biblioteca de Odivelas
A cidade-mundo é o lugar que põe em contacto diversas culturas – é o repto de uma racionalidade mestiça, do pensamento da diferença, que educa no respeito das outras culturas, sem medo das miscigenação, ciente que a mestiçagem é a fundação do mundo. É um espaço com uma identidade edificada por um encontro de culturas, entrelaçada por relatos de outros universos culturais, construída com o Outro, fluida e orientada eticamente.
Portugal tem e é o espaço privilegiado para o retorno das“cidade-mundo”, enquanto espaço simbólico da diversidade da humanidade, onde todas as culturas, superam colonialismos e  imperialismos, re-entram no palco cénico da história,  valorizam os mitos, os sonhos, os desejos, e fazem ouvir a sua voz.

Organização: SPHAERA MUNDI e MIL (Movimento Internacional Lusófono)
Colaboração: CULTURFACEIS
1-    Participação/Debate:
Alexandre Conceição – poeta e diseur (Cabo Verde)
Celina Pereira – cantora, contadora de histórias e dinamizadora de projectos de educação intercultural (Cabo Verde)
Celso Soares – Presidente da Direcção CULTURFACEIS (S. Tomé e Principe)
Luisa Janeirinho – Presidente da Direcção SPHAERA MUNDI (Portugal)
Renato Epifaneo – Presidemte Direcção MIL (Portugal)
2-    Apresentação da Revista Nova Aguia, MIL
3-    Apresentação da Revista Diamente Negro, CULTURFACEIS

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Fusão – espactáculo no Casino de LISBOA

Integrado no evento Macau/China em Lisboa, organizado pela CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA LUSO CHINESA (CCIL-C), pelo OBSERVATÓRIO DA CHINA (OC) e pela UNIÃO DAS CIDADES CAPITAIS DE LÍNGUA PORTUGUESA (UCCLA), a SPHAERA MUNDI/ Museu do Mundo apresentou, no dia 1 de Outubro de 2009, no Casino de Lisboa, um espectáculo artístico e  cultural de fusão.

Veja o filme     https://www.youtube.com/watch?v=tYy5XWXW7SM

 

Cartaz Macau

A proposta foi abrir as portas da lusofonia e cruzar as várias linguagens comunicativas e artísticas – dança, musica, poesia, pintura: a participação da cantora e instrumentista chinesa Cao Bei, e a palavra de Graça Abreu, cruzaram-se com a musicalidade da caboverdiana Celina Pereira e da voz portuguesa do fado de Cristina Nobrega, neste encontro do mar que nos une, como refere Fernando Pessoa, neste mar que é amar e se manifestou na  poesia dita pelo Pedro Lamares que se fundiu no movimento oferecido pela companhia de dança profissional Amalgama  e da Yan Yan e no som da Ana Guimarães, da Alexandra e do Duxuan – símbolos deste património intangível.

A viagem foi conduzida pela sensibilidade estética da pintora Manuela Pimentel que nos ofereceu o azulejo enquanto ícon da materialidade que nos chegou e se expandiu com apontamentos de “outros Mundos”. Promover a diversidade cultural como património da Humanidade foi a proposta do Museu do Mundo, também neste espectáculo.

                                

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Direcção: Luisa Janeirinho

Imagem/Projecção: Manuela Pimentel
Imagem/Edição: Pedro Lamares
Organização: Museu do Mundo
Fotos: Ana Battaglia